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Nilton Bicudo e Coisa de Louco chegam ao Teatro Eva Herz

3 set

Redação do Aplauso Brasil (aplausobrasil@aplausobrasil.com)

"Coisa de Louco", texto de Fauzi Arap e direção de Elias Andreato

SÃO PAULO – O ator e diretor Nilton Bicudo está de volta co  o solo Coisa de Louco, texto de Fauzi Arap e direção do, também ator e diretor, Elias Andreato, a partir da próxima quarta-feira (5). Com estreia no primeiro semestre deste ano para inaugurar a sala Elias Andreato – dentro do hospital Santa Catarina –, o monólogo que se apresentou no SESC Ipiranga, agora chega ao Teatro Eva Herz.

Coisa de Louco é uma peça em formato de palestra, com humor e teor crítico em que Nilton Bicudo vive Firmino, um contador que é convidado em cima da hora para realizar uma palestra sobre drogas.

Apesar de não dominar o assunto, ele aceita o desafio porque está separado e atolado em dívidas. Continue lendo

Comédia romântica revela o talento da jovem atriz Julia Gomes

19 jul

Nanda Rovere, especial para o Aplauso Brasil (aplausobrasil@aplausobrasil.com)

"A Garota do Adeus"

SÃO PAULO   – A Garota do Adeus apresenta o dia-a-dia de uma bailarina que é obrigada a dividir o seu apartamento com  Hélio, um desconhecido, depois que é abandonada pelo namorado.

Paula (Gabriela Duarte) vive com a filha Luci (Julia Gomes), de dez anos, e não tem sorte nos seus relacionamentos. Como o título da peça sugere, ela é sempre deixada pelas pessoas que ama.

Num primeiro momento, Hélio e Paula não conseguem se entender devido às diferenças de personalidade, mas aos poucos os dois personagens vão se aproximando e o amor é inevitável. São duas pessoas sozinhas, em busca do sucesso profissional e que apesar das diferenças começam se encantar um pelo outro. Continue lendo

Camille e Rodin marca a re-abertura do Auditório MASP

29 jun

Maurício Mellone, editor do Favo do Mellone site parceiro do Aplauso Brasil (aplausobrasil@aplausobrasil.com)

"Camille e Rodin"

Em peça inédita de Franz Keppler, com direção de Elias Andreato, Leopoldo Pacheco e Melissa Vettore encarnam os escultores franceses Auguste Rodin e Camille Claudel, que viveram um apaixonado e tumultuado romance no século 20

SÃO PAULO – A escolha da peça não poderia ter sido mais acertada: para re-abertura do Auditório MASP, nada melhor do que um espetáculo sobre a vida e obra de dois dos maiores escultores de todos os tempos, Auguste Rodin e Camille Claudel. Com texto inédito de Franz Keppler e direção de Elias Andreato, Camille e Rodin retrata o encontro do já maduro Rodin, interpretado por Leopoldo Pacheco, com a jovem Camille, vivida por Melissa Vettore.

Eles se conheceram quando Rodin acabara de receber a encomenda para fazer a escultura A Porta do Inferno: Camille que chegara a Paris há pouco procura o mestre a conselho de seu professor. Ambos não imaginariam que aquele encontro fosse modificar radicalmente suas vidas. Continue lendo

Delicada, divertida e instigante, assim é A Garota do Adeus

24 maio

Maria Lúcia Candeias*, especial para o Aplauso Brasil (aplausobrasil@aplausobrasil.com)

"A Garota do Adeus"

SÃO PAULO – Reunir essas qualidades num mesmo texto teatral não é pra qualquer um, mas é simples para Neil Simon, o campeão dos sucessos na Broadway. Nascido em 1927 escreveu peças como Estranho Casal e Hairspray, seus sucessos mais recentemente montados por aqui. Agora chega A Garota do Adeus. Peça que merece, como quase todas as obras (Descalços no Parque e Jesus Cristo Superstar, entre outras da enorme coleção do autor, o título que escolhemos para esse artigo.

O enredo trata de uma senhora Paula, abandonada pelo marido, o qual simplesmente subloca a própria casa, onde ela e a filha moram. Fazer o que? Era ele quem tinha assinado o contrato!

O responsável pela ótima adaptação é Edson Fieschi quem, também, interpreta o novo locatário com brilho e tem que se acertar com a protagonista Paula, a cargo da maravilhosa Gabriela Duarte, cuja filha Júlia Gomes de tenra idade, promete ser uma futura Fernanda Montenegro. Continue lendo

Elias Andreato e Leonardo Miggiorin em interpretações vigorosas

17 maio

Nanda Rovere, especial para o Aplauso Brasil (aplausobrasil@aplausobrasil.com)

"Equus"

SÃO PAULO – Alan Strang (Leonardo Miggiorin) cegou cinco cavalos com estilete, sem um motivo plausível, e está condenado à prisão. Para tentar salvar a vida do menino, a advogada (Mara Carvalho) conta com a ajuda de um famoso psiquiatra, Martin Dysart ( Elias Andreato) . O destino desse menino está nas mãos desse médico que precisa entender os motivos do crime para ajudá-lo. Eis a base da trama do inglês Peter Schaffer em Equus, cartaz do Teatro Folha.

Leonardo Miggiorin e Patrícia Gasppar em "Equus"

Dysart narra o encontro com o menino e divaga sobre a sua profissão. A solução do caso que tem em mãos é como um quebra-cabeças.  Alan é internado e o público acompanha as sessões com o psiquiatra, as lembranças do rapaz e sua relação com os pais. Aparentemente,  sua vida é normal, com os percalços comuns a qualquer ser humano, mas,  aos poucos, desvendamos seus traumas, suas paixões e fatos que demonstram um comportamento cotidiano a delinear perturbações psicológicas. Continue lendo

Incrível como Equus continua atual

10 maio

Maria Lúcia Candeias*, especial para o Aplauso Brasil/ iG (aplaobrasil@aplausobrasil.com)

"Equus", de Peter Schafer, direção de Alexandre Reinecke

SÃO PAULO – A peça Equus, de Peter Shaffer, estreou em São Paulo em 1975, sob direção de Celso Nunes, protagonizada por Paulo Autran e Ewerton de Castro. Ficou dois anos em cartaz por aqui, com mudança de elenco, e depois fez também grande sucesso no Rio. Posteriormente foi montada por outros diretores. O espanto é que mesmo depois de tantos anos é super atual. Não enfoca apenas o psicótico (Leonardo Miggiorin), mas os transtornos que ele causa em seu psiquiatra (Elias Andreato). Um texto imperdível e com excelentes atores, inclusive como coadjuvantes, há nomes de peso como Patrícia Gaspar e Mara Carvalho.

Dirigida por Alexandre Reinecke, além de caprichar na atuação do elenco, a montagem tem excelente cenário que se movimenta quando os envolvidos mudam, criado por André Cortez,  figurinos cem por cento adequados de Renata Young. Continue lendo

Equus faz sessão extra no Festival de Curitiba

3 abr

Da Assessoria de Imprensa do Festival de Curitiba

"Equus"

CURITIBA  – Com as duas sessões regulamentares lotadas, o espetáculo Equus terá uma apresentação extra nesta quarta (4), às 19h, no Teatro Sesc da Esquina. A outra apresentação ocorre às 21 horas.

O texto de Peter Shaffer é um dos clássicos do teatro mundial. A montagem dirigida porAlexandre Reinecke tem Leonardo Miggiorin e Elias Andreato no elenco. Miggiorin faz o jovem atormentado e retraído, fortemente marcado por influência religiosa. Andreato é o psiquiatra que tenta entender o rapaz – num momento delicado, ele cega seis cavalos pelos quais é fascinado.

A perturbadora história invade o campo da psicanálise, das relações familiares e da descoberta da sexualidade adolescente.

No meio disso tudo ainda há espaço para algum burburinho. O jovem astro Miggiorin aparece nu – cena que em 2007 gerou polêmica com o ator inglês Daniel Radcliffe (o Harry Potter da série), que protagonizou uma montagem inglesa da peça. O nudismo de Harry Potter, no entanto, logo perdeu espaço para a performance bastante elogiada do ator, que abriu ali um novo capítulo de sua carreira.

Ingressos

Os ingressos para sessão extra custam R$ 50 e R$ 25 e podem ser comprados nos quiosques dos shoppings Mueller, Palladium e ParkShoppingBarigui , pela internet ou na bilheteria do teatro (que abre uma hora antes da apresentação.

Reynaldo Gianecchini volta em Cruel

12 mar

Michel Fernandes, do Aplauso Brasil/ iG (michel@aplausobrasil.com)

Reynaldo Gianecchini e Maria Manoella em "Cruel"

SÃO PAULO – Há pouco menos de um ano, o ator Reynaldo Gianecchini dividia a cena com a atriz Maria Manoella e o ator Erik Marmo na adaptação de Os Credores, de August Strindberg, que, sob direção e adaptação de Elias Andreato, inaugurou um horário alternativo no Teatro Faap com a peça rebatizada como Cruel. E nos bastidores de uma das sessões da peça que, sentindo fortes dores, Gianecchine procurou o médico e, após uma bateria de exames, recebeu o diagnóstico que o tirou do palco e das telas. Após cumprir a peregrinação do tratamento do linfoma, que acompanhamos pelo noticiário, ele volta de onde interrompeu sua trajetória artística: amanhã, 21h, re-inicia a temporada de Cruel.

Reynaldo Gianecchini. Maria Manoella e Erik Marmo em "Cruel"

Um triângulo nada convencional marca a trama da peça que traz os atores Erik Marmo como Adolfo, atual marido de Tekla, interpretada por Maria Manoella, os dois dividem a cena com Gianecchini, que dá vida à Gustavo, ex-marido de Tekla.

O dramaturgo sueco coloca em cena Tekla, uma escritora, casada com Adolfo, artista plástico, que decidem passar uma temporada numa ilha. Lá está Gustavo (Gianecchini), ex-marido de Tekla, que ocultando sua identidade para Adolfo, começa um jogo de crueldade para vingar-se destruindo o casal.

Para Gianecchini, sua busca como intérprete é o desafio. “Não sou acomodado, vivo em eterna busca, sempre quero dar um  novo passo”. Continue lendo

Oswald de Andrade inspira musical protagonizado por Renato Borghi

25 out

Mauricio Mellone* (aplauso@gmail.com)

Patrícia Gasppar e Renato Borghi em "Que Rei Sou Eu?"

Com roteiro e direção de Elias Andreato, o espetáculo Que Rei Sou Eu? traz músicas de diferentes épocas recheadas com textos do mestre do modernismo. Renato Borghi divide o palco com Patrícia Gasppar e o maestro Jonathan Harold

De maneira despretensiosa, Elias Andreato criou o musical Que Rei Sou Eu? para reverenciar o teatro musical brasileiro, tão criativo e popular nos anos 30 e 40 do século passado. No roteiro, escrito especialmente para o ator Renato Borghi que está completando 53 anos de carreira, Elias mescla textos poéticos e irônicos inspirados na obra do modernista Oswald de Andrade com mais de 20 músicas de diversas épocas, todas tendo como foco o povo brasileiro e sua cultura. No palco aconchegante do Teatro Eva Herz, Renato com figurino estilizado de um monarca divide as canções com Patrícia Gasppar e o maestro Jonathan Harold, que assina a direção musical e os arranjos.

Intitulado como musical antropofágico, o início é justamente com a canção Que Rei Sou Eu, de Francisco Alves, que dá nome ao espetáculo. Numa cadeira que tem a função de trono, rei Renato vai discorrendo textos irônicos e poéticos que retratam o povo brasileiro e nossa história. Continue lendo

Ria das Futilidades Públicas

5 set

Mauricio Mellone* (aplauso@gmail.com)

Comédia solo de Patrícia Gasppar

Ao completar 18 anos e depois de ter sido apresentada por diversas cidades, a peça de Patrícia Gasppar está de volta ao Teatro Folha, com direção de Elias Andreato. Temporada até 27 de setembro

Há algo mais encantador do que a pessoa, abalada pela perda de um ente querido, transformar essa tristeza em arte? E melhor ainda, num monólogo de extrema comicidade? É exatamente isso que fez a atriz Patrícia Gasppar, há 18 anos: incentivada pela amiga, a atriz Rosi Campos, buscou forças e, da crise existencial porque passava em razão da morte do pai, criou a comédia Futilidades Públicas — em cartaz somente às terças-feiras, no Teatro Folha —, em que uma mulher, presa num banheiro de uma agência bancária que estava sendo assaltada, reflete sobre sua vida, a inusitada situação em que se encontra e questiona as injustiças e ironias da vida. Para Patrícia, uma catarse, e para nós, os espectadores da peça, um deleite e uma comédia que provoca reflexões.

No escuro e somente com o som do que ocorria durante o assalto ao banco é que o público toma conhecimento do drama daquela mulher de meia-idade. Depois de se refugiar no pequeno e sujo banheiro do banco, ela começa seu devaneio. E desde os primeiros gestos e primeiras falas o espectador percebe que está diante de uma comédia rasgada. Continue lendo