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Últimas chances para conferir New York, New York

30 jun

Michel Fernandes e Luís Francisco Wasilewski (michel@aplausobrasil.com)

"New York, New York" tem deslumbrante coreografia de Anselmo ZoLa

Você tem só até domingo (3) para conferir o musical New York, New York, de Earl Mach Rauch, dirigido por José Possi Neto, em cartaz no Teatro Bradesco. Protagonizado por Alessandra Maestrini e Juan Alba, a montagem conta com um elenco de 54 artistas, dos quais 13 são bailarinos, 16 atores/cantores e 25 músicos, que formam uma legítima big band. A direção musical está a cargo de Fábio Gomes de Oliveira. Mas quem rouba a cena é a atriz Simone Gutierrez, na pele de uma hilária coadjuvante (CLIQUE AQUI para ler matéria sobre a atriz).

O romance que virou filme e, pela primeira vez, ganha os palcos mostra a história de amor entre a cantora Francine Evans (Alessandra Maestrini) e o saxofonista Johnny Boyle. (Juan Alba).

"New York, New York", crédito foto Marcos Mesquita

New York, New York conta com cenografia de J.C. Serroni, que alia plataformas móveis a imagens de locais remissivos à cena, coreografias concebidas por Anselmo Zola, enquanto que os números de sapateado fica sob a batuta de Kika Sampaio. A criação da maquiagem e cabelos das personagens é de Cabral, que há dez anos é o responsável pelo visual das personagens da Terça Insana. Continue lendo

Simone Gutierrez rouba a cena em New York, New York

13 abr

Michel Fernandes, do Aplauso Brasil (michel@aplausobrasil.com)

Alguns problemas técnicos como falta de equalização dos microfones do musical New York, New York, cuja estreia foi nesta terça-feira, no Teatro Bradesco, não comprometeram o prazer em assistir ao espetáculo dirigido por José Possi Neto.

Sem esquecer a potência e limpidez da voz de Alessandra Maestrini com interpretações antológicas de The Man I Love, So In Love e New York, New York, Simone Gutierrez deixa marca inesquecível no espetáculo. Sua veia cômica aliada a sua afinação e carisma são elementos fundamentais para que a atriz seja destaque mesmo em suas pequenas aparições. Ao interpretar Fever ela revela todo seu potencial de “cantriz”. Continue lendo

Simone Gutierrez e Eduardo Berton apresentam “AíPod”

2 fev

Michel Fernandes, do Aplauso Brasil (michel@aplausobrasil.com)

Simone Gutierrea e Eduardo Berton em "AíPod"

Quem perdeu o musical Hairspray, dirigido por Miguel Falabella, conhece apenas a comicidade evidente da atriz Simone Gutierrez que acaba de se tornar conhecida nacionalmente depois de dar vida à secretária Lurdinha na novela Passione, da TV Globo. Mas ela protagonizava o musical, ao lado do experiente ator Edson Celulari, e encantava com seu talento vocal e cômico à plateia. E ao lado de Eduardo Berton estreia hoje, no Teatro Nair Belo, AíPod.

Gutierrez e Berton dão vida, respectivamente à Rita Londres e Paulinho Correia, casal que comanda a rádio “Rádio”, uma emissora com atrações bizarras e com pitadas de bom humor.

“O texto é simples, dinâmico e hilário. Eu acredito que muitas pessoas vão se identificar com as personagens”, apota Simone.

AíPod é uma comédia em que a banda chamada AíPod (cujos vocalistas são Simone e Eduardo) toca trechos, ao vivo, e em formato acústico, dos grandes sucessos da vida dos dois locutores excêntricos (Rita e Paulinho).

“Impossível não se divertir dentro e fora de cena”, conta Simone.

O espetáculo apresenta ao público um repertório recheado de sucessos nacionais e internacionais, de artistas como Tom Jobim, George Michael, Cindy Lauper, Lady Gaga, Beyoncé e das bandas Queen, Titãs e Barão Vermelho, entre outros. Continue lendo

Um musical para celebrar as diferenças

21 abr

Luís Francisco Wasilewski, especial para o Aplauso Brasil (lfw@aplausobrasil.com)

Elenco principal do musical HAIRSPRAY, dirigido por Miguel FallabelaHá muitos anos li uma entrevista de Miguel Falabella para a extinta revista Interview em que ele assumia gostar do universo que circunda “as gordas americanas”. Talvez esse seja um dos motivos pelo qual ele traduziu, adaptou e dirigiu Hairspray, o delicioso musical que agora se encontra em cartaz em São Paulo.

A matriz de Hairspray está no filme que o cultuado cineasta John Waters dirigiu em 1988 com a célebre travesti Divine. A história gira em torno de Tracy Turnblad, uma jovem baixinha e gordinha que sonha em ser a Miss Hairspray. A ação do espetáculo tem como pano de fundo a segregação racial norte-americana da época, no caso, o começo dos anos 60.

Falabella mais uma vez foi feliz na transposição deste universo para os palcos, fez uma bela tradução das letras de Scott Wittman e Marc Shaiman, que junto com Marc O’Donnell e Thomas Meehan levaram a história de Warters para o palco. E Falabella soube escolher uma equipe excelente para cercá-lo na montagem. Continue lendo