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Atenção: segunda-feira tem lançamento da Revista A(l)Berto, nos vemos lá?

10 dez

Michel Fernandes, do Aplauso Brasil (Michel@aplausobrasil.com)

Alberto Guzik (1944-2010)

SÃO PAULO – Sempre que tomamos conhecimento de nova publicação proposta a refletir, de forma mais vertical, sobre as artes cênicas nossa taça de felicidade fica a trasbordar e a erguemos num brinde satisfeito ao deus Dionísio. Portanto, segunda-feira (12), a partir das 19h, na livraria Cultura do Conjunto Nacional, é dia de festa: o lançamento da Revista A(l)berto, da SP Escola de Teatro – Centro de Formação das Artes do Palco.

Dividida em cinco seções – Ponto de Convergência – O Ator no Centro do Palco, Primeira Fila – Dossiê Alberto Guzik, Ensaio Geral, Para Ler e Já Visto – com artigos assinados, em sua maioria, por artistas que transitam com êxito entre teoria e práxis, a primeira edição de A(l)berto presta merecida homenagem ao crítico teatral, escritor, diretor, professor e ator (falecido ano passado), não apenas no nome da revista – clara alusão a seu nome –, como na publicação de alguns de seus textos críticos produzidos para o Jornal da Tarde, em que evidencia-se a forma clara, elegante e formadora de seus textos que, com muito prazer, estamparam as páginas do Aplauso Brasil, no início do site, e, sem dúvida, me influenciaram no exercício crítico.

O texto em que Rodolfo García Vázquez dispõe as premissas básicas do que denomina Teatro Expandido, é referência aos artistas contemporâneos preocupados em desvendar possibilidades outras de lidar com as novas tecnologias, teoria qu pode ser vista exitosamente em Cabaré Stravaganza (CLIQUE AQUI para ler a crítica).

Miriam Rinaldi, entre outros, dá articulação textual ao refletir sobre interpretação, assim como o fazem Guilherme Bonfanti e iluminação, Martin Eikmeier  e a “dramaturgia sonora”, Marici Salomão e dramaturgia etc., sob a mui estimável e talentosa batuta de Silvana Garcia, coordenadora da revista e autora do artigo Os 40 Anos do Yuyachkani, da seção Já Visto.

Não devemos deixar de festejar tal momento  em que a publicação de A(l)Berto chega a ocupar um espaço editorial crescente unindo ciência e arte como a Revista Olhares (da Escola Superior de Artes  Célia Helena) e a Revista Sala Preta (do Departamento de Artes Cênicas da ECA-USP).

SERVIÇO:

Lançamento Revista A(l)berto

Onde: Livraria Cultura – Conjunto Nacional

End.: Av. Paulista, 2073 – Bela Vista

Quando: dia 12 de dezembro (segunda-feira)

Horário: a partir das 19h

Alberto Guzik escreveu sobre os 50 anos do Teatro Oficina

28 jun

O queridíssimo Alberto Guzik

Tive a honra de contar com a participação de Alberto Guzik nos primórdios do Aplauso Brasil, e, numa humilde homenagem de quem admira e se desespera com a impressão de que podia fazer mais, re-publico o que, considero uma pérola, dentre tantas que produziu, em que escreveu sobre os 50 anos do Teatro Oficina. Evoé, Alberto!

Zé Celso: Trajetória de coerências e inquietações

Alberto Guzik, especial para o Aplauso Brasil

Ver os trabalhos de Zé Celso Martinez Correa tem sido para mim, como para muitos outros espectadores, ao longo dos últimos quarenta e tantos anos, um caminho de aprendizado traçado na coerência.

O projeto que, desde sua criação – em fins dos anos 1950 – na Faculdade de Direito do Largo de São Francisco, vem sendo executado pelo teatro Oficina e por seu mentor, Zé Celso (José Celso Martinez Corrêa), impressiona pela organicidade que extrai da diversidade. Continue lendo

Alberto Guzik e seu legado

27 jun

Maria Lúcia Candeias, especial para o Aplauso Brasil (aplausobrasil@aplausobrasil.com)

Alberto Guzik (1944-2010)

Conheci Alberto Guzik quando ele estava de volta dos Estados Unidos, onde fez curso de teatro, e nos deu aula de Crítica Teatral na ECA (Escola de Comunicação e Artes). Éramos da segunda turma daquela escola, tendo prestado vestibular no ano de 1968. Foram explanações muito interessantes sobre o teatro e a crítica americanos. Um professor que regulava de idade com muitos dos alunos o que tornava suas aulas mais próximas e divertidas. Naquela época também foram seus alunos entre outros a Mariângela Alves Lima e o José Possi Neto.

Posteriormente tivemos aulas com o Sábato Magaldi que, ao invés de aulas teóricas, nos mandava criticar peças em cartaz, método que sempre usei quando lecionei crítica e que era bem menos agradável do que aulas do futuro grande crítico do Jornal da Tarde.

Seu mestrado sobre o TBC (Teatro Brasileiro de Comédia), TBC: Crônica de um Sonho, é um trabalho que tem o reconhecimento de todos os que conhecem o período dos anos 1950 e costuma ser consultado pelos alunos. Suas críticas durante do tempo do JT e Estadão, deveriam ser editadas para ficarem à disposição daqueles que pretendem conhecer o teatro posterior, sem se basear apenas nos mais que consagrados Décio Almeida Prado e Sábato. Ainda mais que ambos deixaram de escrever em jornais acompanhando as temporadas. Primeiro o Décio, no início dos anos 1960 e depois o próprio Sábato a quem Guzik substituiu com brilho. Continue lendo

Alberto Guzik morre na manhã deste sábado

26 jun

Michel Fernandes, do Aplauso Brasil

Alberto Guzik (1944-2010)

Acabo de receber uma triste notícia: o artista Alberto Guzik faleceu às dez horas da manhã deste sábado.

Figura ímpar na vida artística, foi um dos mais importantes críticos de teatro brasileiro, escrevendo quase três décadas para o Jornal da Tarde.

Esteve na comissão julgadora do Prêmio Shell de Teatro de São Paulo, Molière, Mambembe, APCA, entre outros. Como escritor escreveu o premiado romance Risco de Vida, o livro (fabuloso) de contos O Que é Ser Rio e Correr, entre outros, as peças teatrais Dentro, Na Noite da Praça, entre muitas.

Escreveu prefácios, livros dirigidos ao meio teatral, artigos, enfim, uma trajetória profícua e fabulosa.

Suas últimas críticas escreveu no início das atividades deste site, depois voltou aos palcos, para cumprir sua derradeira missão, na verdade um retorno ao princípio, como ator da companhia Os Satyros.

Fecha-se o pano para ele, não poupo lágrimas.

SAIBA MAIS AQUI.

Pagando para ensinar

25 nov

Pagando para ensinar

Michel Fernandes, especial para o Último Segundo (michel@aplausobrasil.com 

Alberto Guzik, diretor-pedagógico da <i>SP Escola de Teatro</i>

Alberto Guzik, diretor-pedagógico da SP Escola de Teatro

 

Que os cursos oferecidos pela SP Escola de Teatro sejam gratuitos era de se esperar, vez que ela é vinculada ao Governo do Estado de São Paulo, mas a novidade é que 100 alunos receberão uma ajuda mensal para freqüentar um dos curso de Difusão Cultural.

 

“Temos um programa de Inclusão Social, onde garantimos 100 bolsas de estudos no valor de R$ 545,00 por mês para serem distribuídas entre os nossos alunos. Assim, além dos cursos serem gratuitos ainda pagaremos para que o nosso aluno estude”, completa Ivam Cabral.

 As inscrições abrem no próprio dia 26 e encerram no dia 4 de dezembro. 

CLIQUE AQUI para mais informações e para ler o edital.

 CLIQUE AQUI para conferir a programação das conferências.

CLIQUE AQUI PARA LER SP Escola de Teatro abre as portas nesta quinta-feira