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Espetáculo que percorre as ruas da Barra Funda está de volta

30 out

Redação do Aplauso Brasil (aplausobrasil@aplausobrasil.com)

Cia São Jorge volta com epopeia sobre a Barra Funda

SÃO PAULO – Depois de curta temporada e sucesso de público e crítica, o espetáculo Barafonda, da Cia São Jorge de Variedades, faz as suas últimas apresentações na capital paulista. A dramaturgia e direção é da própria Cia e tem a coordenação geral da atriz Patrícia Gifford.

As sessões serão quinta-feira (1º) e sábado (3), às 15 horas, e contarão com a participação das comunidades do Jongo do Tamandaré, de Guaratinguetá (SP) e da Irmandade do Rosário de Justinópolis (MG).

A peça, que tem quatro horas de duração, percorre as ruas mais importantes de um dos bairros mais tradicionais de São Paulo, Barra Funda. A história do bairro é mesclada com as tragédias gregas Prometeu Acorrentado e As Bacantes. Continue lendo

Dinastia Fagundes reina com brilho em Vermelho

28 jul

Michel Fernandes, do Aplauso Brasil/ iG (michel@aplausobrasil.com)

Antonio e Bruno Fagundes contracenam em "Vermelho", de John Logan

SÃO PAULO – Assisti Vermelho anteontem, texto de John  Logan, direção de Jorge Takla e com os atores Antonio Fagundes e Bruno Fagundes – guardem bem esse nome, ele surpreende em  cena ao lado do pai, um veterano ator que passou seus genes de perspicácia, seriedade e talento ao filho – num espetáculo que, mais que o prazer em assistir sua riqueza sensorial, nos estimula a mergulhar mais e mais no universo das artes plásticas e filosofia, por exemplo.

Corra porque essa primeira temporada paulistana acaba amanhã no Teatro GEO, depois parte em visgens. Vamos torcer pelo breve retorno na capital paulista e, ano que vem Vermelho, com primorosa tradução da atriz Rachel Ripani, chega ao Rio de Janeiro.

Roteiro:

Vermelho. Texto: John Logan. Tradução: Rachel Ripani. Direção e cenografia: Jorge Takla. Elenco: Antonio Fagundes e Bruno Fagundes. Iluminação: Ney Bonfante e Jorge Takla. Figurino: Fabio Namatame. Fotografia João Caldas.

Serviço:
Teatro GEO (627 lugares), Rua Coropés, 88 (próximo ao metro Faria Lima), tel. 3728.4930 Horários: quinta e sábado, às 21h; sexta, às 21h30 e domingos, às 18h.Ingressos: Platéia R$ 120,00 e Balcão R$ 100,00. Duração: 80 minutos. Classificação:12 anos. Estacionamento: valet c/ manobrista. Horário da bilheteria: terça, quarta e domingo das 12 às 20h; quinta, sexta e sábado das 12 às 21h.  Vendas para o dia do espetáculo serão encerradas 15 minutos antes do inicio. Vendas: na bilheteria, aceitam-se cartões de crédito e débito ou dinheiro; ou pelo site: www.showcard.com.br . Venda para grupos: grupos@takla.com.br ou tel. (11) 7571.353

Monólogo retrata o universo de Jorge Luis Borges

23 maio

Maurício Mellone, editor do Favo do Mellone site parceiro do Aplauso Brasil (aplausobrasil@aplausobrasil.com)

"Eu vi o Sol brilhar em toda a sua glória"Em Eu vi o Sol brilhar em toda a sua glória, João Paulo Lorenzon criou e protagoniza o espetáculo baseado na obra e vida do escritor argentino

SÃO PAULO – João Paulo Lorenzon acaba de estrear no SESC Consolação, Espaço Beta, o monólogo Eu vi o Sol brilhar em toda a sua glória, seu segundo trabalho que tem como cerne o universo do escritor argentino Jorge Luis Borges. Em 2008 o ator encenou Memória do Mundo, que focava a solidão como fonte de prazer e criatividade. Desta vez, Lorenzon se dedicou durante dois anos à pesquisa sobre a vida e a obra de Borges e no monólogo, baseado em imagens de contos, poemas e dados biográficos do escritor argentino, ele propõe uma reflexão sobre a memória e o esquecimento, a luz e a cegueira, o sonho e a realidade, sobre as perdas e, principalmente, sobre a vida e a morte, temas bem comuns ao universo borgeano.

Ao entrar na sala de espetáculos, o espectador é conduzido a experimentar sensações; na penumbra, as pessoas precisam caminhar entre blocos de concreto até chegar às cadeiras. A pouca iluminação, em seguida, é apagada para que o ator inicie sua fala. O breu coloca o espectador na mesma condição da cegueira, que Borges vivenciou durante anos, até sua morte. Fiz questão de fechar os olhos para intensificar a experiência proposta pela montagem: a poesia e o clima de introspecção do autor calam fundo graças à voz potente e expressiva de Lorenzon. Continue lendo

Monólogo pretende dialogar com a obra de Jorge Luis Borges

21 maio

Nanda Rovere, especial para o Aplauso Brasil (aplausobrasil@aplausobrasil.com)

"Eu vi o sol brilhar em toda sua Glória"

SÃO PAULO O monólogo Eu vi o Sol brilhar em toda a sua Glória estreia hoje no SESC Consolação, em que o ator João Paulo Lorenzon volta a dialogar com a obra do escritor argentino, Jorge Luis Borges. Lorenzon assina o texto que tem supervisão do crítico literário e tradutor Davi Arrigucci Jr.

O texto, baseado nas criações literárias e na trajetória pessoal de Borges, questiona as perdas a que os seres humanos podem sofrer no decorrer da vida.  O objetivo é provocar no espectador reflexões sobre memória e esquecimento, luz e cegueira, sonho e realidade, finitude e imortalidade. Continue lendo

Elias Andreato e Leonardo Miggiorin em interpretações vigorosas

17 maio

Nanda Rovere, especial para o Aplauso Brasil (aplausobrasil@aplausobrasil.com)

"Equus"

SÃO PAULO – Alan Strang (Leonardo Miggiorin) cegou cinco cavalos com estilete, sem um motivo plausível, e está condenado à prisão. Para tentar salvar a vida do menino, a advogada (Mara Carvalho) conta com a ajuda de um famoso psiquiatra, Martin Dysart ( Elias Andreato) . O destino desse menino está nas mãos desse médico que precisa entender os motivos do crime para ajudá-lo. Eis a base da trama do inglês Peter Schaffer em Equus, cartaz do Teatro Folha.

Leonardo Miggiorin e Patrícia Gasppar em "Equus"

Dysart narra o encontro com o menino e divaga sobre a sua profissão. A solução do caso que tem em mãos é como um quebra-cabeças.  Alan é internado e o público acompanha as sessões com o psiquiatra, as lembranças do rapaz e sua relação com os pais. Aparentemente,  sua vida é normal, com os percalços comuns a qualquer ser humano, mas,  aos poucos, desvendamos seus traumas, suas paixões e fatos que demonstram um comportamento cotidiano a delinear perturbações psicológicas. Continue lendo

Antonio Fagundes vive pintor Mark Rothko em Vermelho

20 abr

Maurício Mellone, editor do Favo do Mellone site parceiro do Aplauso Brasil (aplausobrasil@aplausobrasil.com)

"Vermelho" - Foto Ivan Abujamra

Ao lado do filho Bruno, o ator protagoniza um duelo de gerações entre o artista consagrado e seu assistente. Montagem dirigida por Jorge Takla inaugura o teatro GEO, no Instituto Tomie Ohtake

SÃO PAULO  – Numa coprodução do ator Antonio Fagundes e do diretor Jorge Takla, a montagem de Vermelho, texto do roteirista e dramaturgo norte-americano John Logan, além de inaugurar o belíssimo teatro GEO, com 627 lugares, dentro do Instituto Tomie Ohtake, em Pinheiros, é encenada pela primeira vez no Brasil. A peça estreou em 2009 em Londres e no ano seguinte arrebatou diversos prêmios na Broadway/Nova York, inclusive o de melhor espetáculo.

A trama (traduzida por Rachel Ripani) gira em torno do duelo de gerações entre o consagrado pintor russo (naturalizado norte-americano) Mark Rothko e seu assistente Ken. Continue lendo

Antonio e Bruno Fagundes juntos no teatro

18 abr

Nanda Rovere, especial para o Aplauso Brasil (aplausobrasil@aplausobrasil.com)

Jorge Takla assina a direção e cenografia do espetáculo em que pai e filho dividem a cena - foto de João Caldas

SÃO PAULO – Vermelho, de John Logan, sob direção de Jorge Takla, em cartaz no recém-inaugurado Teatro Geo, apresenta o relacionamento profissional de um pintor de talento reconhecido e o seu aprendiz. Em seu ateliê, em Nova York, em 1958, Mark Rothko recebe o seu assistente, Ken. É a primeira cena da peça e, a partir daí, o público é brindado com diálogos inteligentes que colocam em questão as atitudes humanas e a arte.

A peça nos coloca diante de um homem que questiona os próprios valores. Um criador que vê a arte como um meio de levar o espectador ao deslumbre e à reflexão, mas que acaba aceitando uma encomenda de telas para um restaurante, para satisfazer o seu ego e atraído pelo alto valor do cachê.

Rothko é um homem rude e o relacionamento com Ken se restringe ao ambiente de trabalho. Não se sabe se isso acontece por egocentrismo ou medo de se mostrar ao outro, com suas falhas e qualidades.

O relacionamento pintor/aprendiz apresenta, portanto, uma aparente superficialidade, mas a vida dessas pessoas se transforma com a convivência.

Ken obviamente tem a oportunidade de conhecer um dos grandes nomes da pintura e Rothko entra em contato com um espírito crítico, cheio de esperança. É aí que consegue mostrar a sua conduta errônea no caso dos painéis para o restaurante, um lugar que certamente é frequentado por pessoas que não saberão dar às obras o seu verdadeiro valor. Continue lendo

Antonio Fagundes e seu filho, Bruno Fagundes, estão juntos em Vermelho

29 mar

Nanda Rovere, especial para o Aplauso Brasil (aplausobrasil@aplausobrasil.com)

"Vermelho" - Foto de Ivan Abujamra

Protagonizada por Antonio Fagundes e por seu filho, Bruno Fagundes, Vermelho tem tradução de Rachel Ripani, figurinos de Fabio Namatame, produção de Antonio Fagundes e Jorge Takla

SÃO PAULO – Marcando a inauguração do Teatro Geo, Vermelho apresenta o encontro com o consagrado artista Mark Rothko e o seu jovem assistente Ken. Dirigida por Jorge Takla, Vermelho, de John Logan (roteirista de A Invenção de Hugo Cabret), estreia na próxima sexta-feira (30), 21h30.

O desejo de montar a peça ocorreu de for ma bastante interessante: Antonio e Bruno se encantaram pelo texto, que conheceram através de amigos e, numa conversa, ao comentarem sobre esse encantamento, descobriram que estavam falando da mesma obra, Vermelho.

A peça se passa entre 1958 e 1959, momento em que o pintor russo naturalizado norte-americano, Mark Rothko, está criando paineis para o restaurante Four Seasons, em Nova York.

Famoso por encabeçar o Expressionismo Abstrato, o artista aceitou a encomenda porque o pagamento oferecido era de grande valor. Para ajudá-lo no trabalho, necessita de um novo assistente. Continue lendo

Antonio e Bruno Fagundes juntos em Vermelho

26 mar

"Vermelho" - Foto Ivan Abujamra

SÃO PAULO – Neste trecho da entrevista coletiva de Vermelho, texto de John Logan sob direção de Jorge Takla, Antonio e Bruno Fagundes falam da coincidência falam da coincidência que levou aos dois interessar-se pelo texto de John Logan e sobre a tradução assinada por Rachel Ripani.

Equipe técnica:

Elenco: Antonio Fagundes e Bruno Fagundes
Direção: Jorge Takla
Texto: John Logan
Tradução: Rachel Ripani
Figurinos: Fábio Namatame
Iluminação: Ney Bonfante
Cenário: Jorge Takla

Serviço

Vermelho
Estreia: 30 de março, às 21h30
Local: Teatro GEO – Rua Coropés, 88 – tel. 3728.4930 – (próximo ao metro Faria Lima) – http://www.teatrogeo.com.br
Horários: quinta e sábado, às 21h; Sexta, às 21h30 e Domingos, às 18h.
Preços: Plateia R$ 120,00 e Balcão R$ 100,00
Duração: 80 minutos
Classificação Etária: 12 anos
Estacionamento: Valet c/ manobrista = R$ 25,00
Horário de funcionamento da bilheteria: terça, quarta e domingo das 12 às 20h; quinta, sexta e sábado, das 12 às 21h. As vendas para o espetáculo do dia serão encerradas 15 minutos antes do início do espetáculo.
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Confira galeria de fotos de Vermelho

26 mar

Equipe técnica:

Elenco: Antonio Fagundes e Bruno Fagundes
Direção: Jorge Takla
Texto: John Logan
Tradução: Rachel Ripani
Figurinos: Fábio Namatame
Iluminação: Ney Bonfante
Cenário: Jorge Takla

fotos de Ivan Abujamra e João Caldas

Serviço
Vermelho
Estreia: 30 de março, às 21h30
Local: Teatro GEO – Rua Coropés, 88 – tel. 3728.4930 – (próximo ao metro Faria Lima) – http://www.teatrogeo.com.br
Horários: quinta e sábado, às 21h; Sexta, às 21h30 e Domingos, às 18h.
Preços: Plateia R$ 120,00 e Balcão R$ 100,00
Duração: 80 minutos
Classificação Etária: 12 anos
Estacionamento: Valet c/ manobrista = R$ 25,00
Horário de funcionamento da bilheteria: terça, quarta e domingo das 12 às 20h; quinta, sexta e sábado, das 12 às 21h. As vendas para o espetáculo do dia serão encerradas 15 minutos antes do início do espetáculo.