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Christiane Torloni estreia como bailarina

15 jul

Nanda Rovere, especial para o Aplauso Brasil (aplausobrasil@aplausobrasil.com)

"Teu Corpo é Meu Texto"

SÃO PAULO – A Studio3 Cia. de Dança, que recentemente fez apresentações no Teatro Municipal de São Paulo com o espetáculo Samba Suor Brasileiro, estreia Teu Corpo é Meu Texto, no Teatro Sergio Cardoso. A Cia. é uma parceria entre o coreógrafo e diretor artístico Anselmo Zolla, o diretor Teatral José Possi Neto e as diretoras Evelyn Baruque, Liliane Benevento e Vera Lafer. As apresentações serão na segunda (16), terça (17) e quarta-feira (18).

A atriz Christiane Torloni está ao lado de 11 bailarinos e vive uma Deusa da arte e da sabedoria, que, através da dança, tenta despertar os homens para o sonho e para a poesia. Além de dançar, Christiane narra textos de Eduardo Ruiz. A ação acontece à noite, num jardim ancestral.

Teu Corpo é Meu Texto faz reverência aos grandes nomes da dança clássica e tem como objetivo evocar a arte como modo de perpetuar a poesia e o sonho entre os humanos. Continue lendo

Duas opções de teatro no Shopping Frei Caneca

3 dez

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A temporada teatral 2009 está no fim, mas ainda há bons espetáculos para descobrir-se, dois deles – Cloaca , com o Grupo TAPA, e A Loba de Ray-Ban , protagonizado por Christiane Torloni – cumprem temporadas em dois diferentes teatros localizados no Shopping Frei Caneca: o Teatro Nair Belo e Teatro do Shopping Frei Caneca, respectivamente.

A Loba em lugar do Lobo

1 dez

Michel Fernandes, especial para o Último Segundo (michelfernandes@superig.com.br)

Maria Maya, Christiane Torloni e Leonardo Franco em <i>A Loba de Ray Ban</i>

Maria Maya, Christiane Torloni e Leonardo Franco em A Loba de Ray Ban

 

Quando dirigiu a primeira montagem do texto escrito pelo ator Renato Borghi, O Lobo de Ray-Ban, o diretor José Possi Neto contou com o ator Raul Cortez no papel do protagonista e levou, então, os principais prêmios de teatro na época. Agora o Lobo é A Loba de Ray-Ban, novamente sob direção de José Possi Neto, trazendo a atriz Christiane Torloni no papel da atriz, dona da companhia que é pano de fundo do espetáculo que navega a nau da metalinguagem.

Após uma tumultuada sessão-despedida do ator que, na vida real, é marido de Júlia Ferraz (Christiane Torloni), a grande atriz dona da companhia, a empresária simula em seu camarim algumas formas de cometer o homicídio do mesmo que abandonou o teatro para estrelar uma telenovela.

Durante esse “quase-monólogo”, Júlia evoca em sua memória, vivenciada por meio de flashbacks, fragmentos de sua trajetória, de como se deu seu casamento com o ator e, também, o romance iniciado com uma jovem atriz, interpretada por Maria Maya, símbolo do dilacerar de seu casamento.

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