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Leitura de Adeus Doutor no Sesc Santana

17 mar

Zé Celso e Bete Coelho leem ADEUS DOUTOR, sob direção de Ricardo Bittencourt

Nesta terça-feira, dia 17, acontece a leitura de Adeus Doutor. Dirigida por Ricardo Bittencourt, a peça se estrutura em torno de dois personagens principais: o Doutor, o grande psicanalista francês Jacques Lacan, e Seriema, sua paciente brasileira.

Com autoria de Betty Milan, Adeus Doutor narra a viagem de Seriema à França e o seu retorno ao Brasil. A leitura da peça será no Sesc Santana, às 21h, e a entrada é franca.

O quê: leitura da peça Adeus Doutor

Local: Sesc Santana – SãoPaulo-SP

Horário: 21h

Entrada franca

Novidades no Teatro Oficina

30 jan

Michel Fernandes, especial para o Último Segundo (michelfernandes@superig.com.br)

Zé Celso celebra alta em cena

Zé Celso celebra alta em cena

Além da re-estreia de Taniko – O Rito do Mar, adaptação de um texto clássico do Nô Japonês, para apenas dois finais de semana de temporada, a briga entre o Oficina Uzyna Uzona e o Grupo Silvio Santos parece estar próxima do fim. Pelo menos é o que a colunista Mônica Bergamo noticiou em seu espaço no jornal Folha de São Paulo e que está reproduzido no blog do Oficina Uzyna Uzona.

Segundo a colunista, “o Grupo Silvio Santos negocia a venda do terreno anexo ao Teatro Oficina, na Bela Vista, o que encerraria uma polêmica de vários anos“. Sabe-se que, desde que o Grupo Silvio Santos anunciou a construção de um Shopping Cultural na região, Zé Celso, diretor, autor, ator e um dos fundadores do Oficina, batalhou pela não concretização do Shopping e, agora, do condomínio residencial que o Grupo Silvio Santos pretendia erguer por ali, alegando que os empreendimentos seriam”prejudiciais” ao teatro.

Ao ler a nota, liguei imediatamente para Marcelo Drummond, ator e diretor que, juntamente com Zé Celso, é um dos responsáveis pela fase Uzyna Uzona do Oficina, que alegou saber da novidade ao ler a coluna de Mônica Bergamo e, se o fato se concretizar, ficará realizado como Zé Celso que se recupera de uma cirurgia em que colocou um marcapasso. Continue lendo

Zé Celso sai do centro cirúrgico cantando

19 jan

Michel Fernandes, especial para o Último Segundo (michelfernandes@superig.com.br)

zePolêmico e irreverente desde sempre, José Celso Martinez Corrêa, o Zé Celso, patrimônio do teatro brasileiro, saiu cantando do centro cirúrgico do Hospital Sírio-Libanes onde se submeteu a uma cirurgia para a colocação de um marca-passo.

“O Zé (Celso) saiu do centro cirúrgico cantando, mas mais mole e meio engruvinhado por causa da morfina, ele teve dores no ombro, pós operação, normal disseram as enfermeira, Eu ansioso tomei um rivotril, relaxei, esqueci”, disse Marcelo Drummond, ator, diretor e companheiro de Zé Celso no Oficina Uzyna Uzona.

Evoé Zé Celso e breve recuperação!

Zé Celso coloca marca-passo nesta segunda

17 jan

Michel Fernandes, especial para o Último Segundo (michelfernandes@superig.com.br)

Zé Celso

Zé Celso

Segunda-feira passada soube da internação de José Celso Martinez Corrêa, por Marcelo Drummond, ator e diretor que vive com Zé Celso, antes mesmo da equipe médica, chefiada pelo doutor Roberto Kalil, diagnosticar a necessidade da colocação de um marca-passo para controlar aritmia cardíaca de Zé.

A cirurgia para a colocação do marca-passo está marcada para esta segunda-feira (18), no Hospital Sírio-Libanês, e segundo Marcelo Drummond informou, ele deve receber alta na quinta (21).

“O marca-passo vai melhorar a qualidade de vida e dar mais energia para o Zé”, disse Marcelo, “Imagine só o Zé com mais energia”, brincou.

Últimas apresentações do festival Dionisíacas

17 dez

<i>O Banquete</i> encerra festival <i>Dionisíacas</i>

O Banquete encerra festival Dionisíacas

 

Com a estréia logo mais de Taniko – O Rito do Vale, espetáculo que faz parte do repertório do Teatro Nô adaptado ao estilo Oficina Uzyna Uzona, o grupo liderado pelo encenador José Celso Martinez Corrêa chega à reta final do festival que oferece ao público ingressos a preços populares.

 

Todos os anos~no dia 23 de dezembro, Zé Celso apresenta um espetáculo em memória de seu irmão, Luiz Antônio Martinez Côrrea, assassinado, nesta data, por um garoto de programa. Na próxima quarta-feira (23), o grupo apresenta O Banquete, adaptação da obra homônima de Platão, às 14h30.

CLIQUE AQUI para saber mais.

Começa hoje o festival Dionisíacas do Oficina Uzyna Uzona

4 dez

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Começa logo mais, no Teatro Oficina, no edifício tombado pelo patrimônio histórico num ambicioso projeto arquitetado por Lina Bo Bardi, o festival Dionisíacas que trará à cena espetáculos de alto gabarito apresentados nos dois últimos anos pelo Oficina Uzyna Uzona. Entre eles, Cacilda!! – Estrela Brazyleira a Vagar, Taniko – O Rito do Vale e O Banquete, a preços populares – de R$ 5 a R$ 10. 

CLIQUE AQUI para saber a programação completa das Dionisíacas.

CLIQUE AQUI para ler a crítica de Cacilda !! – Estrela Brazyleira a Vagar.

Zé Celso fala sobre Estrela Brazyleira a Vagar – Cacilda!!

15 out

O diretor e autor do espetáculo do Oficia Uzyna Uzona explica o contexto histórico de Cacilda!!

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ESTRELA BRAZYLEIRA A VAGAR – CACILDA!! sáb. e dom., às 18h; até 22/11
Teatro Oficina (r. Jaceguai, 520, tel. 0/xx/11/3104-0678). R$ 40. Classificação: 16 anos

Esse Tolentino do TAPA e suas crias incansáveis

28 set

Afonso Gentil, especial para o Aplauso Brasil (afonsogentil@aplausobrasil.com)  

 

Grupo Gattu apresenta <i>Doroteia</i>

Grupo Gattu apresenta Doroteia

 

Antes de ocupar-nos com as montagens de Doroteia , pelo Grupo Gattu. e de O Livro dos Monstros Guardados, pelo Núcleo Experimental, vale lembrar o quanto o teatro paulista deve, qualitativamente, ao diretor (carioca, pois é!) Eduardo Tolentino de Araújo, desde quando o Grupo TAPA (carioca, pois é!) por aqui aportou, sediando-se no Teatro Aliança Francesa.

Foram anos e anos de sucessivas montagens de grandes autores, nossos ou estrangeiros, obedecendo a um padrão estético rigoroso, que une a preocupação, digamos, apolínia do uso da cena, com decidido comprometimento social-político.

 Se boa parcela do público só tardiamente descobriu o TAPA, só agora lotando as platéias de qualquer canto da cidade, nós, da crítica, sempre estivemos atentos em reconhecer-lhe o mérito, cobrindo-o, em sua já longa trajetória, com incontáveis  troféus.

 A convivência de muitos jovens atores com os métodos conceptivos de Tolentino criou uma nova geração de diretores, conscientes, todos, da total entrega dos seus talentos para atingir a excelência do resultado. Basta lembrar os vigorosos espetáculos engendrados por André Garolli, Denise Weinberg e Brian Penido Ross, em diferentes grupos, aos quais juntam-se os nomes de Zé Henrique de Paula e Eloísa Vitz merecendo a atenção de todos, crítica e público.